Um amor para Lady Johanna - Julie Garwood

26 julho 2018

Resenha por: Tânia Bueno
Título: Um amor para Lady Johanna
Autor(a): Julie Garwood
Editora: Universo dos Livros
Gênero: Romance histórico
Páginas: :400
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Avaliação:



Sinopse: Uma jovem viúva. Um guerreiro escocês fascinante. Duas vidas transformadas pelo amor e por uma paixão avassaladora. Quando Lady Johanna soube que estava viúva, ela prometeu que jamais se casaria novamente. Com apenas dezesseis anos, ela já possuía uma força de vontade que impressionava a todos que enxergavam além de sua beleza avassaladora. Contudo, quando o Rei John ordenou que ela se casasse outra vez – e selecionou um noivo para ela – pareceu que a moça deveria se conformar com esse destino. Seu irmão, no entanto, sugere ao Rei um novo pretendente: o belo guerreiro escocês Gabriel MacBain. No início, Johanna estava tímida, mas, conforme Gabriel revelou com ternura os prazeres magníficos a serem compartilhados, ela começou a suspeitar que estava se apaixonando por seu novo e rude marido. Logo ficou claro para todo o clã das Terras Altas, portanto, que o ríspido e galante lorde rendera completamente seu coração. Porém, a iminência de uma intriga da realeza ameaça separar o casal e destruir o homem que ensinou a Johanna o significado do verdadeiro amor, que a transportou além de seus sonhos mais selvagens.

Não tem satisfação e alegria maior do que acabar de ler um livro e sair correndo para resenha-lo e compartilhar essa alegria. Julie Garwood foi uma grata surpresa e eu ainda não tinha lido nada da autora. Como histórias que se passam na Escócia tem me seguido, essa foi outra agradável surpresa. Então, tenho o prazer de apresentar a você a história de Lady Johanna que foi magnificamente escrita por Julie Garwood que já tem 74 e continua na ativa, coisa mais linda ver mulheres na melhor idade brilhando!

Cenário: Escócia e Inglaterra entre 1200 a 1210. O prólogo (1200) nos traz uma narração horrível sobre o pensamento e crença do Bispo Hallwick que simplesmente odeia as mulheres, não tem como não odiá-lo, pois as punições que ele administra ou instiga os homens a administrar são de doer na alma. Confesso que esta parte foi bem chata de ler ainda que tenha sido apenas uma página. Mas, temos no decorrer da trama o Padre MacKechnie que é simplesmente demais e totalmente o oposto do odioso Bispo.

Em relação aos ensinamentos da igreja: “Os ensinamentos são interpretados por homens, Johanna. Não se esqueça desse importante detalhe. (...) Existe apenas um Deus, Johanna, mas duas formas de olhar para Ele: a forma ingleses (que rezam para um Deus vingativo) e o jeito dos habitantes das Terras Altas (que ensinam as crianças a amar Deus, a não sentir medo D’Ele. Ele é comparado a um gentil e amoroso pai.” (pag.225). Reflexões do Padre Mackechnie para Johanna que se considerava uma herege por não concordar com o odioso Bispo que sempre ensinou tudo errado e tinha praticas horrendas.

A história se dá na Escócia e em alguns poucos momentos na Inglaterra. A Escócia é um dos países que desejo conhecer e agora lendo estes vários romances fiquei ainda mais motivada. Há um tempo fiquei sabendo pela minha sobrinha que mora em Londres que até hoje tem uma intriga entre ingleses e escoceses, ela sabe disso por ter se relacionado com um escocês. Também não é para menos que os escoceses não tolerem muito os ingleses, este colonizaram a Escócia e mesmo hoje sendo ela independente a Inglaterra se acha superior a eles, tanto que absurdamente os passaportes dos escoceses são da Inglaterra. Ok, voltemos à trama.

Lady Johanna – Na Inglaterra uma linda jovem a mando do Rei John casou-se com o Barão Raulf Williamson e durante os três anos em que esteve na companhia desse homem sofreu todo tipo de humilhação, punições diversas físicas e psicologicamente minando totalmente sua segurança, seu amor próprio, sua autoestima. Além de tudo isso o Raulf sempre a fez acreditar que era estéril. É odioso o que ele fez e isso era uma prática dos homens estéreis da época que divulgavam na sociedade que suas mulheres é que não podiam lhes dá filhos.

Mas, após longos três anos tudo acaba com a notícia de que o pulha havia morrido em um acidente e como o Rei acredita que ela saiba de um segredo que o incrimina, a mantém trancafiada no castelo e a obrigará a casar com outro velho barão de sua confiança, porém quando seu irmão Nicholas fica sabendo vai à Escócia para propor uma aliança ao guerreiro e lorde Gabriel MacBain por acreditar que ele ganharia muito tendo suas terras de volta e em troca garantiria a segurança de sua irmã Lady Johanna que passaria a morar na Escócia sob a proteção de Gabriel.

Desconfiada e a contra gosto ela aceita a proposta do irmão que a ama verdadeiramente e segue para a Escócia onde se depara com o belo e bruto guerreiro MacBain. A batalha que eles travam durante o casamento chega a ser engraçada, mas MacBain é firme e aceita o desafio de proteger esta mulher instigante e de língua afiada que a princípio lhe parece tímida demais e com certa fragilidade. Será?

“Ela era linda, ainda que a aparência dela não tenha sido a razão pela qual perdera a cabeça e se apaixonara, Deus era testemunha. Não, fora o caráter que o conquistara e o desarmara de suas defesas. A aparência se desgasta com a idade, mas a beleza do coração e da alma de Johanna pareciam se tornar mais radiantes a cada novo dia.” (pag. 250).
Olha eu aqui suspirando com o ultimo trecho dessa citação!

Gabriel MacBain – um guerreiro escocês que tem a missão liderar e unir dois clãs o seu MacBain e o Maclaurin que praticamente foi dizimado em uma guerra e o aceitou como lorde, mas apesar dos esforços de Gabriel eles vivem se cutucando, disputando espaço mesmo agora que deveriam ser um só clã. Gabriel é um tanto duro, diz que guerreiros não tem tempo para essa besteira de amor e sempre sonhou em ter uma família. Tem um filho que nem sabe direito se é seu já que poderia ter outros possíveis pais. Alex é filho de uma prostituta com quem Gabriel se relacionou no passado e veio a falecer, ele abraçou Alex como seu filho verdadeiro e é lindo a forma como ele trata o garoto de cinco anos.  Durante o casamento Johana o percebe sujo e longe da cerimônia quando fica sabendo quem ele é, interrompe a cerimônia vai até o garoto e o convence a ficar ao lado do pai.
É lindo quando Alex pergunta a Johanna o que seu pai lhe deu de presente de casamento e ela responde simplesmente: Ele me deu um filho.

Então, temos Lady Johanna que a princípio é aceita apenas pelo clã MacBain e lindamente vai vivendo um dia de cada vez tentando agradar os dois lados, um dia usa o manto com as cores de um clã no outro usa o manto com as cores do outro, chegará um dia que fará uma das suas e provocará todos, mas conseguirá finalmente que sejam um único clã e como ela faz isso é de uma inteligência e sagacidade impar. Ela tem que lidar todos os dias com um marido que quer protegê-la de todas as formas, mas ela usa o jeito peculiar que tem para driblar os seguranças que têm a responsabilidade de garantir que jamais fique em perigo, muitas vezes se colocará em alguns perigos e provará ser mais forte do que a maioria pensa e sem fazer muito alarde ela conquista seu lugar de Senhora do clã,  o amor e  respeito de todos.

Ela descobre que pode ser ela mesma, que existem homens bons e amáveis e que o relacionamento entre homem e mulher pode não ser abusivo, descobre que pode dar e sentir prazer e tem verdadeira devoção pelo marido Gabriel que a aceitou mesmo sendo estéril. Mas descobrirá a verdade quando descobre que está grávida. Ela é absolutamente solidária às mulheres.

“Eu não acredito que uma mulher deva ser sacrificada pela outra – disse Johanna. — Eu acredito que toda mulher tem a responsabilidade de cuidar das outras. Quando uma está em cárcere ou em sofrimento, então não estamos todas sofrendo?” (pag 302)
OMG! Fiquei com vontade de chorar com este trecho, acredite me emocionou demais.

Gente, que época odiosa essa em que a mulher era considerada um nada. Há relato sobre um lorde de outro clã que quando a mulher dele paria uma menina ele espanca a esposa após parir. Alguns homens que não podiam ter filhos não assumiam esta condição e levavam a mulher a crer que o problema era com ela, mulheres não podiam se opor aos maridos, eram punidas de todas as formas. Mas isso jamais aconteceu no clã MacBain e ainda bem que temos autoras de romances de época, histórico e regência que nos apresenta o quadro da época, mas nos dá de presente personagens que contrapõem este estado de coisas. 

No caso desse livro temos um Gabriel MacBain que é rude, mas amoroso ainda que não queira demostrar este sentimento, é justo e mata qualquer homem que violar uma mulher. Ele aprende muito com Johanna e ela com ele. Juntos formam uma dupla invencível que superam os desafios, ambos descobrem aos poucos que podem se doar. Ele se diverte com a teimosia dela e a desafia sempre para mostrar o quanto ela é corajosa e forte, mas inconsequente por se colocar em perigo algumas vezes. Ela é uma mulher espetacular que percebeu que agora pode falar o que pensa sem temer ser punida e isso fará toda a diferença no final do livro quando enfrentará uma pessoa que ressurgiu dos mortos e a quer de volta... Sim, minha gente Barão Raulf estimulado pelo odioso Bispo que falei lá no começo dessa resenha. Mas, como a união faz a força, muitos clãs se unirão em prol do bem estar e segurança de todos, sim teremos ação com guerra e o bem vencendo o mal. Uma mulher desafiando um religioso que tem parte com Lúcifer e defende o povo que agora é seu.

Uma inglesa e um guerreiro escocês que provou que as diferenças culturais podem sim ser positivas em muitos sentidos; temos muitas lições neste livro sobre superação, a importância de valorizar o outro e a si, que uma pessoa pode complementar a outra, que ser forte independe de tamanho, que é possível se fortalecer com um comentário negativo e assumir o desafio de transformar em positivo, exemplo: Johana ouviu do primeiro marido que não servia para nada, que nunca aprenderia a ler e escrever; estudou sozinha e aprendeu, não falou nada para o dito cujo e fato de saber ler fez toda a diferença no futuro. É com base nisso que afirmo que não aceitar o que dizem de você como verdade absoluta e acreditar que você pode muito mais do que imagina é o combustível para vencer muitas batalhas.

Leia este romance que tem uma escrita fluida, uma historia comovente que mexeu comigo, tem erotismo sutil e muito romântico. Personagens muito bem construídos, os secundários dão um colorido especial à trama. Um lindo romance que você fica o tempo inteiro torcendo pelo casal central e por outros personagens que vamos conhecendo na medida em que o enredo se desenrola e leitor é agraciado com alguns momentos bem engraçados.


Sobre a autora: Julie Garwood tem 74 anos, seus livros já foram traduzidos em cerca de trinta países. É uma das escritoras que os Norte-Americanos mais apreciam e acarinham. A sua reputação de excelente contadora de histórias baseia-se na capacidade para criar narrativas com personagens cativantes, emoções fortes e enredos com reviravoltas surpreendentes. Os seus leitores dizem que é o humor, bem como a força das suas histórias, que os entretém e os faz rir e chorar. Tem três filhos e vive com o marido em Lenwood, Kansas. A autora escreve também livros infanto-juvenis sob o pseudônimo de Emily Chase.




Beijos
Tânia Bueno

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23 comentários:

  1. De fato, a história da humanidade, em qualquer canto do mundo, foi marcada por períodos de intolerância extrema, preconceito exacerbado, machismo intenso. A boa coisa é que nessas mesmas épocas haviam aqueles que se opunham a tais práticas e colaboraram bastante para que hoje pudéssemos ter um mundo um pouco melhor, mas temos muito o que melhorar!

    O que falar dessa história? Por ser um romance histórico já me conquistou, espero por momentos de revolta e felicidade. Torcerei bastante pela Lady Johanna, que ela possa viver um amor merecido e se livrar definitivamente do barão já odiado hehe
    Ótima sugestão!
    Abraços 😊

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  2. Gostei da resenha e de conhecer essa romântica obra dessa setuagenaria escritora. Fiquei curiosa em conhecer seus livros infantis. Bjs

    Nara Dias
    Viagens de Papel

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  3. Eu não sei se teria estômago para realizar essa leitura, de verdade. Esses relatos a respeito de violências e abuso contra a mulher me embrulham o estômago de tal maneira que não sei lidar, ainda assim, fico feliz que a autora tenha trabalhado esses elementos tão bem, a capa é linda demais. Parabéns pela resenha, ficou incrível.

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  4. Olá!
    Confesso que algumas coisas dessa época me irritam, principalmente no quesito a desvalorização da mulher perante a sociedade.
    Mesmo com esses pormenores, o romance de época ainda é meu gênero preferido, sempre me encantando com seus bailes, mocinhas destemidas e algumas autoras criam enredos fascinantes.
    Espero curtir a escrita da Julie.
    Beijos!

    Camila de Moraes

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  5. Oi Tania, eu ainda resisto um pouco a ler estes romances de época bem antigos devido a esta ideia de que a mulher é propriedade do homem, que é obrigada a se casar sem amor e por ser a culpada por ter filha mulher ou pior, não ter filhos. Este machismo todo me enoja, então, acabo não procurando este gênero, só quando leio uma resenha que gosto muito.
    Tua resenha ficou muito bem escrita e detalhada, parabéns!
    Bjos
    Vivi
    http://duaslivreiras.blogspot.com/

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  6. Com certeza será lido, e muito em breve, até porque já enrolei muito para ler. Amo enredos com escoceses.
    Bjs, Rose

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  7. Oi Tânia,
    Ultimamente estou curtindo muito livros que se passam na Escócia e fiquei muito contente por ver em sua resenha questões que curto muito. Eu adoro esses personagens masculinos rudes, mas que são amorosos.
    Vou super anotar a dica, será que consigo comprar na Bienal?
    Beijos

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  8. Nossa, que premissa mais envolvente! Eu adorei ver a sua resenha sobre ele. Me parece ser uma obra que me encantaria e acho que a leitura seria muito fluída. Eu gostei muito da ambientação da obra e dos pontos que você mencionou na resenha.

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  9. Olá!
    Eu sou fã do gênero, desde que comecei acompanhar resenhas desse livro tenho vontade de conhecer a escrita que parece fluir bem a leitura, espero ter oportunidade de ler em breve.
    Bjs!

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  10. Olá, confesso que tenho certo receio de livros ambientados na Escócia dessa época, mas gostei de saber um pouco da história pela sua resenha, e se você gosto da obra, acho que posso gostar também.

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  11. Olá,Tânia! Esse livro me chamou muito á atenção por se tratar de um romance de época. Pensei em compra-lo em um catalogo mas, ouvi resenhas negativas dele então deixei para lá. Mas com a sua resenha voltei ao interesse,quero muito dar uma chance a essa autora.

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  12. Menina, não nego, me bateu uma preguicinha de ler essa resenha gigante rsrs Mas que bom que venci essa preguiça e li, pois adorei a premissa desta história. Fiquei um pouco desanimada por já ter descoberto o que é que vai atrapalhar eles, pois na sinopse não deu a entender que seria o ex-marido. Mas parece ser uma história muito boa e estou anotando a dica.

    Abraços

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  13. Oi, Tânia! Faz um tempo que não leio nada da autora, mas em relação aos romances históricos, eu não curto tanto a época medieval, acho que por saber que o modo como as mulheres eram tratadas era horrível. Em todo o caso, se tiver oportunidade, quero conferir essa história, sua resenha acabou me conquistando.
    bjs
    Lucy - Por essas páginas

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  14. Olá! Apesar de desconhecer a autora e suas obras, essa capa me chamou muita atenção, pois através da mesma já passa essa mensagem de romance envolvente e cativante. Porém, não imaginada que traria toda essa carga de amadurecimento pessoal e de relacionamentos. Adoro quando esses livros não focam somente no romance, mas que trazem esse processo de crescimento e desenvolvimento dos personagens. Obrigada pela dica!

    Bjoxx ~ www.stalker-literaria.com

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  15. Oi Tânia!
    Sou fã dos romances de época e esse livro está na minha lista de desejados há muito tempo por conta de uma indicação de uma amiga que, assim como eu, adora esse gênero.
    Eu amo essas histórias mais leves, com protagonistas que são diferentes mas que, de certa forma, se completam. E gosto mais ainda quando vão apreendendo um com o outro e a gente percebe o quanto aquela relação transforma ambos em pessoas melhores.
    Tenho certeza que vou amar esse livro! <3
    Beijos

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  16. Também gosto de histórias passadas na Escócia. 'Gente, que época odiosa essa em que a mulher era considerada um nada.' às vezes, tenho a impressão que inda estamos nesses tempos. Parece ser um romance agradável que fisga o leitor até a última página, vou ler.

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  17. Olá
    Eu não sabia que esse livro tinha uma historia assim, eu não tinha curiosidade nenhuma de ler esse livro. Mais confesso que sua resenha mudou completamente a minha opinião e me deixou muito curiosa dica anotada

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  18. Oi Taninha, sua linda, tudo bem?
    Eu amo romances de época, mas de todos esses que estão sendo lançados, essa história foi a que mais me comoveu. Primeiro, a Escócia é uma terra mágica, sempre fui louca por conhecer. Não sabia sobre essa questão do passaporte, fiquei chocada. E infelizmente a forma como as mulheres eram tratadas não se limita a essa época e muito menos a esse país. Quase chorei quando ela falou que ganhou um filho de presente de casamento. Se já estou assim só lendo sua resenha, imagine lendo o livro??? Amei!!!!Estou louca para ler. Adorei sua resenha!!!
    beijinhos.
    cila.
    http://cantinhoparaleitura.blogspot.com/

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  19. No geral eu gostei do livro e é uma leitura que vou recomendar, é doce e divertida, mas ao mesmo tempo deixa uma reflexão sobre igualdade, mulheres e igreja.

    Debyh
    Eu Insisto

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  20. Olá, tudo bem? Tenho mega vontade de ler os livros dela, mas ainda não tive oportunidade. Pela sua resenha posso esperar coisas boas! Adorei e com certeza dica anotada!
    Beijos,
    http://diariasleituras.blogspot.com.br

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  21. Como não querer ler um livro depois da sua resenha ein?! Eu simplesmente amei a dica! Eu também gosto muito da Escócia e gostaria de conhecer, e ver que vc traz tantos livros com esse cenário me deixa empolgada haha..
    Achei interessante o enredo e os personagens protagonistas tbm.. e la se vi mais um pra minha lista de desejados haha
    Obrigada pela dica!

    Beijos,

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  22. Oi Tânia!
    Nunca li nada da Julie Garwood, mas adorei a premissa do livro. Amo romances de épocas, e mesmo me sentindo revoltada com as atitudes daquele tempo, é maravilhoso ver a superação e crescimento da "mocinha' protagonista.
    Anotei a dica e espero conseguir ler em breve.
    Beijo

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  23. Oi!
    Esse livro já está na minha wishlist há algum tempo. Tudo nele me chama a atenção; personagens, enredo, capa, tudo! Sua resenha deixou minha curiosidade ainda maior. Não vejo a hora de poder conferir.
    Beijos!

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